01 dezembro, 2011


É num desencaminhamento de pensamento imprescindível, que quando o que se estou a fazer não me suplica qualquer tipo de proveito peculiar mas sim e apenas a incumbência , que eu passo pelas mesmas imagem vezes sem estimativa , como se o comando não funcionasse mais , ou como um ipod viciado em que por muito que se mude , ouve-se sempre o mesmo. Como se pudesse ver mas não pudesse tocar .
Mas assim eu não consigo , o pensamento pesa quando eu preciso que ele apenas atenue o meu dia ou torne o meu interior mais aliciante ; e a barriga dói como se 3 bombas de Hiroxima fossem confiadas ao meu estomago ás quais os estragos só se vêem nos meus olhos e nas minhas lagrimas .
Pois bloqueada, sinto-me cega, porque não quero ver esta realidade ou simplesmente aceita-la. Mas não fecho os olhos . Eu realmente tenho medo de os fechar . Significaria que acabou?

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