
Quando disseste” sabes porque? porque não foste só mais uma ” , o meu coração aflorou . Denotava que por muito que uma ou outra tropeça-se na tua linha de vida , não seria a semelhante historia . Poderia ser algo mais ou algo menos mas nunca o mesmo . Não queria admitir mais . Disseste que num outro dia a rua do tapado nos confiava . Eu ainda apareci a sonhar mas sabia que havia sempre um senão, como começou a existir á algum tempo, que fazia com que essas palavras fossem alucinações por serem demasiado súbitas , tu dizias tudo isso um pouco por impulso . Então fiz questão que a ultima frase que me dissesses fosse aquela . Aquela de que não me iria esquecer. Não me despedi devidamente, mas sai com um sorriso no rosto seguido pela chuva de pleno Abril. E ainda te vi uma ultima vez pelas janelas embaciadas do carro do meu pai , e numa troca de sorrisos mata-mos as saudades e todas as estultas e indecifráveis zangas .
Gostei de te ver sorrir . Gostei das brincadeiras e por tudo mais … gostei de me relembrar o porquê de seres o meu melhor amigo.
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